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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Obrigatoriedade de divulgação das demonstrações contábeis

Existem empresários que ainda tem dúvidas em relação a obrigatoriedade da divulgação ou não dos balanços patrimoniais e demais demonstrações contábeis de suas empresas.

Atualmente somente as “sociedades anônimas” é que precisam fazer essa divulgação em meios oficiais. Mas a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) pode mudar essa situação por meio da PLS 632/2015.

Essa proposta obriga que as demonstrações contábeis das empresas limitadas, consideradas como sendo de grande porte sejam publicadas em meios oficiais, como jornais e outros meios de grande circulação, bem como no site da empresa e no site da CVM.

Segundo as normas vigentes uma empresa é considerada como sendo de grande porte caso tenha ativos em valor superior a 240 milhões, ou receita bruta anual superior a 300 milhões.

Recentemente houve mudança na proposta da PLS favorecendo as empresas limitadas, pois, originalmente se previa a divulgação dos dados de forma completa tanto em meios de grande circulação, como também no site da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e no site da empresa, mas como o objetivo da proposta é apenas gerar mais transparência, e não gerar custos as empresas, foi decidido que os dados completos das demonstrações só tem de ser divulgados no site da CVM e no site da própria empresa.

Importante frisar que a CVM continuará não sendo responsável pela fiscalização dos dados dessas empresas de capital fechado, ou seja, a forma de elaboração e de auditoria das informações não terão mudanças no que já é feito hoje.

Mas mesmo que a mudança em si pareça ser somente a divulgação de dados de forma obrigatória em meios oficiais, estas empresas terão de se preparar e revisar quais as mudanças terão de ser feitas dentro das rotinas do setor contábil, pois, de baixo custo ou não, é um procedimento a mais para as empresas terem de se preocupar, e que hoje não se tem, uma vez que a divulgação é opcional. 

Evitar custos sempre é um dos principais objetivos para qualquer empresa, e esse objetivo cresce conforme o porte da mesma, então se a divulgação desses dados trará vantagens a essas empresas é um pouco difícil de imaginar, uma vez que são empresas de capital fechado, e não tem dependência de acionistas ou outros investidores.

Mas a PLS 632/2015 ainda não está aprovada, e mesmo tendo passado pela aprovação do CAE, ainda deve ir a votação suplementar, e se aprovada, seguirá para a Câmara dos Deputados.

Fontes utilizadas:

*Carla Lidiane Müller - Bacharel em Ciências Contábeis, cursando MBA em Direito Tributário. Trabalha na SCI Sistemas Contábeis como Analista de Negócios e é articulista do Blog Contabilidade na TV desde 2016. 

sábado, 29 de julho de 2017

Prazo para aderir ao novo Refis segue até agosto

Analista de negócios da SCI Sistemas Contábeis explica como funciona o programa de financiamento


Empresas que estão em dívida com a Receita Federal e com a Procuradoria-Geral da Fazenda podem regularizar seus débitos tributários optando pelo Programa Especial de Regularização Tributária (PERT). Este programa também é conhecido como o novo Refis, um fundo de financiamento que neste ano está trazendo mais vantagens e que pode beneficiar tanto pessoas físicas quanto jurídicas.

Para quem interessar, a data final para solicitar o financiamento é 31 de agosto de 2017 e todos os débitos vencidos até 30 de abril de 2017 poderão ser parcelados.

Carla Lidiane Müller, analista de Negócios da SCI Sistemas Contábeis e articulista do Blog Contabilidade na TV, explica as modalidades disponíveis para quem tem interesse em aderir ao financiamento.

O que é o novo Refis?
- O PERT ou novo Refis é um programa instituído para parcelamentos de débitos tributários, tanto com a Receita Federal quanto com a Procuradoria-Geral da Fazenda.

Quem pode aderir este programa?
- Ele pode ser aderido por pessoas físicas e jurídicas, exceto empresas enquadradas no Simples Nacional.

O contribuinte poderá escolher quais débitos ele quer parcelar ou terá que optar por todos eles?
- Muitas pessoas estão com esta dúvida. E esta é justamente uma das grandes vantagens do PERT. O contribuinte que parcelar os tributos em atrasos poderá escolher quais pendências ele deseja financiar.

Há vantagens em parcelar os impostos atrasados?
- As vantagens desse parcelamento a meu ver é que ele tem várias modalidades e são boas as condições dadas para parcelamento de dividas se comparado a programas passados. Tem se a visão diferenciada quanto ao parcelamento de 20% ou 7,5% pago em 5 prestações respeitando o valor da divida da empresa e assim deixando mais equitativo o parcelamento e mais justo para cada situação.
Outra vantagem é que ele alcança débitos até 30/04/2017 ou seja é possível parcelar débitos bem recentes e isso é ótimo. Isso sem contar que dependendo da modalidade escolhida o contribuinte tem até 175 meses para quitar a dívida, o que dá tempo para dar uma reorganizada no caixa da empresa.

Para que não haja problemas, a partir desta negociação as empresas devem manter os pagamentos de impostos em dia. Qual o perigo caso haja atraso nos impostos, novamente?
- Se ocorrer atraso nos impostos a situação não fica nada boa. O contribuinte não só é excluído do PERT como também terá a totalidade dos débitos ainda não pagos exigidas pelo Fisco imediatamente.

Recentemente alguns veículos publicaram matérias afirmando que com todos estes descontos a economia do país sofreria um déficit ainda maior. Você acredita nesta afirmação?
- Parcelamento tributário impulsiona a economia. Claro que não de maneira tão expressiva quanto se o contribuinte conseguisse manter suas contas em dia, mas é uma forma de aumentar a receita e diminuir o grande estoque de dívidas tributárias que o Fisco coleciona. Além disso, as empresas conseguem tocar seus negócios e manter a economia girando.

O PERT foi criado para que o governo consiga bater a meta fiscal deste ano. Você poderia citar outros meios que o governo vem buscando para não fechar o ano no vermelho?
- Apesar de estes parcelamentos não serem tão vantajosos para o Fisco, é preciso entender que a melhor opção é arrecadar estas contribuições atrasadas. Já que não existe outra solução. Com o novo Refis se torna vantajoso para ambos os lados: tanto para o contribuinte quanto para a administração pública.
Como para o Fisco o mais importante é bater as metas fiscais do ano, o PERT é só um desses meios. Neste ano, fora o PERT, o governo instituiu a repatriação, tivemos recentemente a redução dos benefícios de PIS e COFINS sobre o combustível, o fim da desoneração para vários setores, e provavelmente teremos a reforma tributária que vai aumentar o PIS e COFINS para diversos setores da economia. Desta forma o governo compensará (e muito) o que ele vai "perder" com o PERT.

Para quem tiver interesse em aderir o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT), há dois tipos de parcelamentos e ambos oferecem algumas modalidades:

RECEITA FEDERAL DO BRASIL

1- Pode  pagar no mínimo 20% da divida sem qualquer desconto, dividindo essa entrega em até 5 parcelas, o resto pode ser pago com prejuízos fiscais da CSLL ou com outros créditos tributários, ou então parcelar esse saldo em até 60 meses.

2- Parcelar em até 120 meses, sem desconto e sem entrada, e será pago de forma escalonada, ou seja as primeiras doze parcelas são pagas no valor de 0,4% do valor do débito, da 13° a 24° 0,5% do valor do débito, da 25° a 36° 0,6% do valor, e o resto fica parcelado de forma igual.

3- Pagamento de no mínimo 20% da dívida, sem desconto, em até 5 parcelas, salvo se a divida for de até R$15.000.000,00 pois aí essa "entrada" cai para 7,5%. O resto terá desconto, mas depende da quantidade de parcelas escolhidas. Se optar por uma parcela se tem redução de até 90% nos juros e 50% na multa. Se parcelado em 145 meses redução de 80% nos juros e 40% na multa. Em até 175 meses redução de 50% no juros e 25% das multas. Essa modalidade também permite aproveitamento de prejuízo fiscal, base negativa de CSLL e outros créditos tributários para ajudar a quitar o saldo.

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL

- Não admite utilização de créditos fiscais.

- admite dação em pagamento em bens imóveis

-Também tem 2 modalidades:
1 - Parcelamento escalonado em 120 meses igual a opção 2 da receita,
2- Quase igual a opção 3 da receita, com algumas diferenças. Em qualquer quantidade de parcelas escolhidas se tem redução de 25% de encargos, inclusive honorário

Fonte: Matéria divulgada no blog http://contabilidadenatv.blogspot.com.br/.

sábado, 8 de julho de 2017

Receita Federal disciplina apresentação da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR)

A DITR deverá ser apresentada no período de 14 de agosto a 29 de setembro de 2017

Foi publicada hoje no Diário Oficial da União a Instrução Normativa (IN) RFB nº 1715/2017 que dispõe sobre a apresentação da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) referente ao exercício de 2017. 
A IN estabelece as normas e os procedimentos para a apresentação da DITR referente ao exercício de 2017, informando quais os critérios de obrigatoriedade, a necessidade do uso de computador na elaboração da DITR, o prazo para a apresentação, as consequências da apresentação fora desse prazo, a forma de pagamento do imposto apurado, dentre outras informações.
É obrigada a apresentar a DITR a pessoa física ou jurídica, exceto a imune ou isenta, proprietária, titular do domínio útil ou possuidora a qualquer título, inclusive a usufrutuária, um dos condôminos, bem como um dos compossuidores. Também está obrigada a pessoa física ou jurídica que, entre 1º de janeiro de 2017 e a data da efetiva apresentação da declaração, perdeu a posse do imóvel rural, o direito de propriedade pela transferência ou incorporação do imóvel rural ao patrimônio do expropriante. 
Para a DITR do exercício de 2017, diferentemente do que ocorreu com a do exercício de 2016, não há mais a obrigatoriedade de apresentação da declaração para o imóvel rural, imune ou isento, para o qual houve alteração nas informações cadastrais correspondentes ao imóvel rural, ao seu titular, à composse ou ao condomínio, constantes do Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir) e sem que esse fato tenha sido comunicado à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) para fins de alteração no Cafir.
A DITR, que é composta pelo Documento de Informação e Atualização Cadastral do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (Diac) e pelo Documento de Informação e Apuração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (Diat), deverá ser elaborada mediante a utilização do Programa Gerador da Declaração do ITR, relativo ao exercício de 2017 (ITR2017), a ser disponibilizada à época própria no sítio da RFB na Internet.
Para os imóveis rurais com área total superior a 50 hectares (ha), obrigados ao procedimento de vinculação previsto na IN Conjunta RFB/Incra nº 1.581, de 17 de agosto de 2015, e para aqueles que, mesmo desobrigados, já efetuaram o referido procedimento, as informações constantes no Diac não serão utilizadas para fins de atualização cadastral no Cafir.
Para os demais imóveis rurais as informações constantes do Diac integrarão o Cafir, cuja administração cabe à RFB, que pode, a qualquer tempo, solicitar informações visando à sua atualização.
O contribuinte cujo imóvel rural já esteja inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR) deverá informar na DITR o respectivo número do recibo de inscrição.
A DITR deverá ser apresentada no período de 14 de agosto a 29 de setembro de 2017, pela Internet, mediante utilização do programa de transmissão Receitanet e a comprovação dessa apresentação é feita por meio de recibo gravado após a sua transmissão, em disco rígido de computador ou em mídia removível que contenha a declaração transmitida, cuja impressão deve ser realizada pelo contribuinte.
Caso o contribuinte apresente a DITR fora do prazo, esse estará sujeito à aplicação de multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido, não podendo seu valor ser inferior a R$ 50 reais.
O valor do imposto poderá ser pago em até 4 quotas iguais, mensais e consecutivas, desde que nenhuma quota seja inferior a R$ 50 reais, o imposto de valor inferior a R$ 100 reais seja pago em quota única, a 1ª quota ou quota única seja paga até o último dia do prazo para a apresentação da DITR e que as demais quotas sejam pagas até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) para títulos federais, acumulada mensalmente, calculados a partir do mês de outubro de 2017 até o mês anterior ao do pagamento, e de 1% no mês do pagamento. Em nenhuma hipótese o valor do imposto devido será inferior a R$ 10 reais.

Perícia e liquidação no processo trabalhista


Para assistir ao vídeo clic na figura acima ou no link abaixo:

Fonte: Canal do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná.

A boa governança evita problemas éticos na empresa, diz Sandra Guerra Rádio CBN Mundo Corporativo



Cada vez mais empresas médias e familiares têm adotado conselhos de administração como uma boa prática para diminuir conflitos de interesse e reduzir riscos que surgem diante de atitudes equivocadas. Para entender como essas experiências podem ajudar inclusive quem tem um pequeno negócio, mas uma grande preocupação com sua reputação, o jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, entrevistou Sandra Guerra, fundadora do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Autora do livro "A caixa preta da governança - para todos aqueles que precisam entender como o comportamento impacta a sala dos conselhos" (Best Business), Guerra diz que "uma empresa bem governada tem mecanismos claros e precisos de evitar que qualquer atividade da empresa seja feita a revelia, ao arrepio de uma conduta ética”. 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da rádio CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, às 8h10 da manhã, no Jornal da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.


Para assistir ao vídeo clic na figura acima ou no link abaixo:

segunda-feira, 3 de julho de 2017

DCTF/Inativas: Como Proceder em 2017?

Dúvidas e questionamentos pairam sobre as particularidades de entrega da DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais para empresas inativas, a partir de 2017
Destaque-se que as pessoas jurídicas que não tenham débitos a declarar ou que passem se enquadrar na situação de inatividade deixam de apresentar DCTF a partir do 2º (segundo) mês em que permanecerem nessas condições.


Excepcionalmente elas deverão apresentar DCTF relativas:
– ao mês de janeiro de cada ano-calendário;
– ao mês de ocorrência dos seguintes eventos: extinção, incorporação, fusão e cisão parcial ou total;
– ao último mês de cada trimestre do ano-calendário, quando no trimestre anterior tenha sido informado que o pagamento do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) seria efetuado em quotas; e
– ao mês subsequente ao da publicação da Portaria Ministerial que comunicar a oscilação da taxa de câmbio, na hipótese de alteração da opção pelo regime de competência para o regime de caixa das variações cambiais, prevista no art. 5º da Instrução Normativa RFB 1.079/2010.
Para uma pessoa jurídica que permaneça sem débitos a declarar ou na situação de inatividade por repetidos exercícios, bastará a entrega da DCTF relativa ao mês de janeiro para manter sua inscrição no CNPJ na situação ativa.
Lembrando que, para 2017, o prazo de entrega das DCTF/Inativas e sem débitos a declarar, relativo aos fatos geradores de janeiro a abril/2017, foi prorrogado para 21.07.2017, conforme Instrução Normativa RFB 1.708/2017.
Fonte: Matéria publicada no site  https://guiatributario.net/.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Atitudes para aguentar a pressão no trabalho

Saiba o que especialistas recomendam quando o clima pesa e metas, prazos e resultados assombram empresas e profissionais

sobpressao.jpgEncarar a pressão no trabalho, que fica ainda mais latente nos últimos meses do ano, não é fácil. Metas, prazos apertadíssimos e cobrança por resultados costumam a assombrar empresas e profissionais, principalmente nesta época.
“No último quadrimestre, por conta das metas que precisam ser batidas e resultados entregues, o negócio começa a apertar”, diz Caio Infante, diretor de relacionamento e negócios da Felipelli.
Patrícia Zamberlan, sócia da Search, diz que, apesar de a pressão rolar durante todo o ano, há, realmente, uma pressa maior por parte das empresas em atingir os resultados agora. “Não é uma característica apenas deste período, mas do 2º semestre em diante a cobrança é maior”, diz.
Mesmo sendo uma realidade, é fato que nem todo profissional consegue lidar bem com a pressão. Na opinião de Patrícia, pessoas menos experientes estão mais propensas a “entrarem em parafuso” quando o ambiente de cobrança começa a pesar.
“Depende muito de cada profissional, mas pessoas mais experientes, que têm domínio da sua área de atuação, conseguem administrar melhor o tempo e se planejar melhor para suportar isso”, diz Patrícia.
De acordo com os especialistas, quem está se sentindo no olho do furacão pode adotar algumas estratégias para tentar lidar de uma forma mais saudável com a pressão.
Isso porque, sim, a cobrança continua, os prazos vão expirar e a tendência, infelizmente, é de mais pressão vindo por aí. Portanto, confira as dicas dos especialistas consultados por EXAME.com para se organizar e dar conta do recado :
Seja transparente - Ficar em silêncio não vai ajudar. O ideal é chamar o gestor da área para uma reunião e expor os motivos que o estão levando a se sentir sobrecarregado. No entanto, certifique-se de que, de fato, o que está sendo pedido está além da sua capacidade.
“Nessa época é melhor ser transparente e buscar ajuda. É melhor dizer ‘não sei fazer’ do que continuar nessa situação de pressão”, diz Infante.
Ajustar a metas com o gestor é algo que deve ser feito durante todo o ano, na opinião dos especialistas. É o que eles chamam de alinhamento. Manter conversas frequentes com o chefe ou com a equipe pode evitar que você ganhe muitos fios de cabelo branco nesta época do ano. “Seria importante para não deixar chegar nesse ponto, ir ajustando as metas pouco a pouco”, diz Infante.
Do ponto de vista do gestor, a transparência também é essencial. “É importante compartilhar a realidade com a equipe porque a cobrança vai recair sobre ele e consequentemente vai afetar toda a área”, diz Infante.
Defina prioridades e negocie prazos - Tudo é para ontem e tudo é prioridade. Só de pensar nisso o estômago embrulha. Afinal a pilha de papéis na mesa só aumenta e para dar conta de tudo seriam necessários super poderes.
É hora de negociar prazos. Aproveite a reunião de alinhamento com o gestor para definir o que é prioritário e quais prazos podem ser estendidos.
Patrícia lembra que esta é uma atitude bem rara, principalmente no que diz respeito aos profissionais mais jovens, menos experientes. “É comum as pessoas simplesmente irem aceitando todos os prazos impostos sem negociar e assim vão se sobrecarregando”, diz.
Faça um cronograma - Com metas e prazos definidos, monte um cronograma. Para conseguir gerenciar uma avalanche de informações, cumprir prazos e bater metas, a regra de ouro é a organização. “Com planejamento a pessoa consegue se tornar mais produtiva e atingir as metas”, diz Patrícia.
Converse com os outros - Saber as estratégias de outras pessoas para lidar com a pressão pode ser útil, dizem os especialistas. “Buscar uma referência externa é importante. Tente perguntar como ela fazia quando se via em uma situação semelhante”, diz Infante.
Patrícia concorda. “Conversar com pessoas mais experientes pode ajudar principalmente quem é mais jovem”, diz a sócia da Search.
Desligue-se quando puder - Encaixe momentos prazerosos na sua rotina e não pense em trabalho enquanto isso. “Saber desligar, aproveitar o tempo em que está com a família e os amigos ajuda a manter o equilíbrio”, diz Infante.
“Buscar atividades interessantes fora do trabalho ajuda a extravasar o estresse”, lembra Patrícia. Esporte, estudo, atividade artística: vale qualquer atividade, desde que você se divirta.
Fonte: Exame
Matéria publicada no site do Conselho Federal de Administração

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Receita Federal simplifica restituição do Simples Nacional e do MEI

A medida estará disponível a partir de 30 de junho e beneficia mais de 11 milhões de optantes

Foi publicada hoje, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa RFB nº 1712 que disciplina o pedido de restituição de tributos administrados pela RFB abrangidos pelo Simples Nacional e do MEI.
Desta forma, a partir de 30 de junho, sexta-feira, a Receita Federal disponibilizará sistemática simplificada de restituição para contribuintes do Simples Nacional e Microempreendedor Individual
Na nova sistemática, o contribuinte que tenha efetuado pagamento indevido ou em valor maior do que o devido, referente aos tributos federais administrados pela Receita Federal pode solicitar a restituição diretamente no portal do Simples Nacional.
Com o pedido eletrônico, o procedimento de auditoria do crédito e do pagamento da restituição estará concluído em até 60 dias da data do pedido, para os casos regulares.
Além da facilidade para o pedido e agilização na auditoria dos créditos e o pagamento da restituição, o contribuinte ainda pode acompanhar o andamento do seu pedido diretamente no Portal do Simples Nacional.
A nova sistemática de restituição automatizada do Simples Nacional e do MEI, evita a necessidade de o contribuinte deslocar-se a uma unidade de atendimento para entregar o seu pedido de restituição e garante celeridade na restituição, o que atende diretriz da Receita Federal para a simplificação e redução de tempos de processos.
A restituição automatizada do Simples Nacional e do MEI integra o conjunto de medidas microeconômicas que foi anunciado no final de 2016 e que visa a melhoria do ambiente de negócios do País.
Mais informações estarão disponíveis no Portal do Simples Nacional, onde serão publicados o Manual de Restituição do Simples Nacional e do MEI e o Perguntas e Respostas.
 Fonte: Matéria publicada no site da FENACON.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Publicação da versão 3.0.1 da Escrituração Contábil Fiscal (ECF)

Publicada a versão 3.0.1 da ECF
Foi publicada a versão 3.0.1 da ECF, com as seguintes alterações:
1 - Exclusão da regra do campo indicador de reconhecimento de receitas (regime de caixa ou regime de competência) do registro 0010.
2 - Correção do erro na importação do registro Y800.
3 - Correção do erro na recuperação de ECD com registro I157 preenchido.
4 - Correção do erro na recuperação de ECF anterior.
5 - Correção do erro na importação do registro Y600.
6 - Correção do problema para salvar o registro 0020 quando as alíquotas da CSLL utilizadas são 17% ou 20%.
O programa validador da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) versão Java pode ser utilizado nos sistemas operacionais abaixo, desde que obedecidas as seguintes instruções:
1) A máquina virtual java (JVM), versão 1.8, deve estar instalada, pois o programa desenvolvido em Java não pode ser executado sem a JVM.
A Máquina Virtual Java poderá ser baixada acessando o site http://www.java.com/pt_BR/download/manual.jsp.
2) Selecione o programa de acordo com o sistema operacional, faça o download e o instale:
A) Para Windows:
B) Para Linux:
Para instalar, é necessário adicionar permissão de execução, por meio do comando "chmod +x
SpedEcf_linux-3.0.1.bin", "chmod +x SpedEcf-3.0.1_Linux.bin" ou conforme o Gerenciador de Janelas utilizado. 
Fonte: 

terça-feira, 20 de junho de 2017

Prazo Limite para Saque do Abono Salarial Está Próximo (30/06/2017)

Os trabalhadores com direito ao abono salarial do PIS/Pasep ano-base 2015 têm mais alguns dias de prazo para sacar o benefício, que termina dia 30 de junho.
Para consultar se há algum benefício disponível o trabalhador pode acessar a página: http://verificasd.mtb.gov.br/abono/. É preciso informar o número do seu CPF, número do PIS e a data de nascimento. Aconselhamos aos colaboradores do departamento pessoal que transmitam aos trabalhadores esta informação, para que não haja perda do benefício. Até 31 de maio, 1,83 milhão de trabalhadores ainda não tinham sacado o abono.
Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão Cidadão e senha cadastrada, pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa, ou a uma Casa Lotérica. Se não tiver o Cartão Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação.
Para mais informações a Caixa Econômica Federal disponibiliza um telefone de orientações sobre o PIS: 0800-726 02 07.
Fonte: Matéria publicada no site http://contadores.cnt.br/.

Manual da Aprendizagem


Para ter acesso a publicação clic na figura acima ou no link abaixo:



Inativas – Entrega da DCTF Somente será liberada a partir de 26/06/2017

A Receita Federal informou, em seu site, que a transmissão das DCTFs preenchidas mediante a utilização da nova versão do PGD DCTF Mensal (versão 3.4), será liberada somente a partir de 26/6/2017, após o término do prazo para a entrega da DCTF (com débitos) referente ao mês de abril de 2017.
Lembrando que esta nova versão do programa deve ser utilizada para a elaboração das DCTF referentes aos períodos de apuração de janeiro a abril de 2017 das pessoas jurídicas inativas ou que não tenham débitos a declarar, cujo prazo de entrega vence em 21/7/2017.
Durante o período em que o programa estiver disponível apenas para o preenchimento das declarações, solicita-se que qualquer problema verificado seja imediatamente reportado por meio de mensagem à Ouvidoria da RFB.
Matéria divulgada no site https://guiatributario.net/.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Curso Prova no Direito Tributário


No curso Prova na Direito Tributário você vai entender melhor os aspectos da prova nos processos administrativo e judicial tributário. O que pode e o que não pode ser utilizado como prova em um processo. Quem explica é a advogada, mestre e doutora em Direito Tributário Fabiana Del Padre Tomé, autora do livro “A Prova no Direito Tributário”. Ao longo das aulas ela destaca o momento em que a prova nesse ramo do Direito é um ônus ou um dever com base no estudo do Código Tributário Nacional.

Saiba como resolver situações em que a prova a favor do contribuinte, por exemplo, é difícil ou impossível de ser materializada e quais são os conceitos e fundamentos da tributação.

Para assistir ao vídeo clic na figura acima ou no link abaixo:
Material de Apoio:
Fonte:

sábado, 10 de junho de 2017

Day1 2017 | Completo!

Day1 2017 | Completo! - Transmitido em 05/06/2017

Lembra aquele dia? O momento em que você viu que algo grande estava prestes a acontecer? O que você sentiu? Um estalo? Um frio na barriga? Uma explosão?

Ninguém sabe quando está vivendo um Day1. Mas sente.

São 7 histórias muito inspiradoras!

Confira:

00:00:00 // Boas-vindas com os hosts Gabi e Vabo

00:12:36 // Entrevista com Robinson Shiba, do China in Box e Gendai

00:27:44 // Abertura do evento com Endeavor e Sebrae

00:37:48 // João Carlos Martins, pianista e maestro

00:56:40 // Carlos e Noeli Bazanella, fundadores da Doce D'ocê

01:19:06 // José Renato Hopf, fundador da GetNet e da 4all

01:47:49 // Pedro Lima, fundador da Três Corações

02:14:28 // Intervalo com os hosts Gabi e Vabo

02:17:38 // Entrevista com Sofia Esteves, do Grupo DMRH

02:40:15 // Caio Bonatto, fundador da Tecverde

03:02:03 // Paola Carosella, cozinheira, empresária e executiva 

03:39:21 // Luiz Seabra, fundador da Natura

04:06:42 // Encerramento com os hosts Gabi e Vabo


Essa foi a 10ª edição do Day1!
Veja edições anteriores: http://bit.ly/playlistDay1

Fonte: 

Brasileiro trabalha cinco meses e dois dias só para poder pagar os impostos

Veja entrevista com Dr. Gilberto Amaral ao Jornal da Globo (02/06)


Fonte: Jornal da Globo
Brasileiro trabalha cinco meses e dois dias só para poder pagar os impostos
Clique aqui e assista a matéria na íntegra. 
Veja os números:
- São 5 meses e dois dias só para pagar impostos - 153 dias;
- 29 dias trabalhados apenas para bancar a corrupção (aproximadamente 200 bilhões de reais);
- 923 bilhões de reais arrecadado em impostos até agora.
Veja abaixo o ranking dos países que mais pagam impostos:
- DINAMARCA - 176 dias
- FRANÇA =   171 dias
- SUÉCIA = 163 dias
- ITÁLIA= 163 dias
- FINLANDIA= 161 dias
- ÁUSTRIA=   158 dias
- NORUEGA= 157 dias
- BRASIL= 153 dias
- HUNGRIA= 142 dias
- ARGENTINA= 141 dias
- BÉLGICA=   140 dias
- ALEMANHA= 139 dias
- ESPANHA = 138 dias
- ISLÂNDIA= 135 dias
- REINO UNIDO= 132 dias
- ESLOVENIA= 131 dias
- CANADÁ=   130 dias
- NOVA ZELÂNDIA =   129 dias
- ISRAEL=   125 dias
- JAPÃO=   124 dias
- IRLANDA= 122 dias
- SUIÇA= 122 dias
- COREIA DO SUL 109 dias
- EUA= 98 dias
- URUGUAI= 96 dias
- CHILE = 94 dias
- MÉXICO =   91 dias  

Abaixo o Estudo realizado pelo IBPT - Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação

Blog do Rogério