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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

CEO Summit: 9 painéis inspiradores | Endeavor Brasil

CEO Summit: 9 painéis inspiradores | Endeavor Brasil

Atualização Trabalhista

Palestrante: Equipe técnica da Lefisc

Palestra realizada, no dia 10/12/2014, no auditório do CRCRS com transmissão 

ao vivo pela internet.


PROGRAMA:


Contrato de Experiência:
- Finalidade
- Duração
- Em caso de afastamentos
- Rescisão antecipada
- Extinção automática

Férias Coletivas:
- Conceito
- Fracionamento
- Requisitos para a concessão
- Empregados com menos de 12 meses de serviço
- Empregados com mais de 12 meses de serviço
- Abono Pecuniário de Férias


Anotações CTPS

Faltas Justificadas:
- Conceito
- Situações em que o empregado poderá deixar de comparecer ao serviço
- Pré-Natal – Dispensa de horário de trabalho
- Períodos para amamentação
- Abono de falta para levar o filho ao médico

CAGED Diário:
- Início do período da declaração
- O que deve ser enviado
- Como e onde declarar
- Normas Gerais
- Como consultar o trabalhador


Para assistir ao vídeo clic na figura acima ou no link abaixo:

Material de Apoio:

Contadores: Educação Continuada é obrigatória

A regra ainda é válida para os contadores que trabalham com auditoria independente nas instituições financeiras e nas demais entidades autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BCB

Danielle Ruas

No dia 8 de dezembro de 2014, o Conselho Federal de Contabilidade - CFC regulamentou, por meio da Norma Brasileira de Contabilidade  PG 12, o Programa de Educação Profissional Continuada - PEPC para os contadores inscritos no Cadastro Nacional de Auditores Independentes - CNAI, exercendo, ou não, a atividade de auditoria independente e registrados na Comissão de Valores Mobiliários - CVM, inclusive sócios, responsáveis técnicos e demais profissionais que exercem cargos de direção ou gerência técnica nas firmas de auditoria registradas na CVM.
A regra ainda é válida para os contadores que trabalham com auditoria independente nas instituições financeiras e nas demais entidades autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BCB, bem como aqueles que desempenham atividades de auditoria independente nas sociedades seguradoras e de capitalização e nas entidades abertas de previdência complementar reguladas pela Superintendência de Seguros Privados - Susep.
De acordo com o vice-presidente de Desenvolvimento Profissional e Institucional do CFC, Zulmir Ivânio Breda, o PEPC já era obrigatório aos auditores que atuavam no chamado mercado regulado, há mais de dez anos, e agora se estende para os profissionais das empresas de grande porte que são obrigadas a contratar auditoria independente. “Essa especificação abrange toda a equipe de preparadores das demonstrações contábeis, não apenas aqueles que as assinam”.
O vice-presidente tranquiliza os contadores avisando que para 2015 serão aplicadas apenas algumas atualizações formais da norma e a inclusão de mais profissionais no PEPC deve entrar em vigor apenas em no início de 2016. “Até lá o CFC pretende cadastrar estes profissionais, comunicá-los sobre a obrigatoriedade de capacitação, comunicar as empresas e registrar novas capacitadoras.”
A classe contábil é a única no Brasil que possui um Programa de Educação Profissional Continuada obrigatório: “A ampliação da obrigatoriedade da qualificação veio ao encontro dos interesses da classe contábil e do mercado que, com a mudança na Norma, abrange cerca de três mil de um universo de mais ou menos 500 mil contadores em todo o País, e o objetivo do CFC é abranger cada vez mais profissionais”, comenta Breda.
Conforme a Norma, as suas disposições não se aplicam aos profissionais que compõem o quadro técnico da firma de auditoria que exercem função de especialista como o indivíduo ou empresa que detenha habilidades, conhecimento e experiência em áreas específicas não relacionadas à Contabilidade ou à auditoria das demonstrações contábeis, exceto os sócios da firma de auditoria.
Os contadores deverão cumprir 40 pontos de PEPC por ano-calendário, a partir de 2014 e observar, no cumprimento da pontuação da Educação Profissional Continuada, a diversificação e a adequação das atividades de auditoria ao seu nível de experiência e atuação profissional. Da pontuação anual exigida, no mínimo 20% deve ser cumprida com atividades de aquisição de conhecimento.

Matéria publicada no site http://www.contadores.cnt.br/

DIRF deve ser entregue até 27 de fevereiro de 2015

O programa gerador da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte – DIRF 2015 já está disponível na página da Receita Federal do Brasil na Internet, no endereço www.receita.fazenda.gov.br. O programa, de reprodução livre, deve ser utilizado para apresentação das declarações relativas ao ano-calendário de 2014, bem como de 2015 nos casos de extinção de pessoa jurídica decorrente de liquidação, incorporação, fusão ou cisão total, e nos casos de pessoas físicas que saírem definitivamente do País e de encerramento de espólio.

De acordo com o consultor tributário da IOB / Sage, Antonio Teixeira, a DIRF 2015, relativa ao ano-calendário de 2014, deverá ser entregue até às 23h59min59s, horário de Brasília, de 27 de fevereiro de 2015. “A empresa que deixar de entregar o documento, ou emiti-lo após o prazo, pagará multa mínima de R$ 500, enquanto as pessoas jurídicas inativas e os optantes do Simples Nacional que não entregarem a declaração pagam multa no valor de R$ 200 no mínimo”, garante o especialista. 

Neste ano houve a alteração dos limites de R$ 76.985,10 para R$ 26.816,55 dos valores totais anuais pagos a serem declarados na DIRF nos casos lucros e dividendos, pagos a partir de 1996, e de valores pagos a titular ou sócio de microempresa ou empresa de pequeno porte, exceto indenizações por rescisão de contrato de trabalho, inclusive a título de Plano de Demissão Voluntária – PDV; outros rendimentos do trabalho, isentos ou não tributáveis; e pró-labore e aluguéis. 

Para entregar a DIRF é obrigatória a assinatura digital, exceto em relação às empresas optantes pelo Simples Nacional. Estão obrigadas a entregar a declaração todas as pessoas jurídicas e físicas que pagaram ou creditaram rendimentos sobre os quais tenha incidido retenção do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF, ainda que em um único mês do ano-calendário, por si ou como representantes de terceiros, como os estabelecimentos matrizes de pessoas jurídicas de direito privado domiciliadas no Brasil, inclusive as imunes ou isentas; as empresas de direito público; filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior; empresas individuais; caixas, associações e organizações sindicais de empregados e empregadores; titulares de serviços notariais e de registro; condomínios edilícios; pessoas físicas; instituições administradoras ou intermediadoras de fundos ou clubes de investimentos; órgãos gestores de mão de obra do trabalho portuário; candidatos a cargos eletivos, inclusive vices e suplentes; e comitês financeiros dos partidos políticos, entre outros.

Teixeira salienta que o declarante deverá informar na DIRF os rendimentos tributáveis ou isentos de declaração obrigatória, pagos ou creditados no País, bem como os rendimentos pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos a residentes ou domiciliados no exterior, em seu próprio nome ou na qualidade de representante de terceiros, especificados nas tabelas de códigos de receitas, inclusive nos casos de isenção e de alíquota zero, com o respectivo imposto sobre a renda ou contribuições retidos na fonte.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Simples Nacional só é vantajoso para 20% das empresas de serviços, diz análise

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As empresas aptas à tributação pelo Simples Nacional já podem desde novembro agendar a adesão ao sistema, com a novidade que neste ano as empresas de serviços também podem aderir ao modelo tributário que promete simplificar e reduzir os tributos. Contudo, o que se tem observado é que para essas empresas a opção não vem sendo vantajosa.

“De acordo com análises tributárias que temos feito, em média, apenas para 20% das empresas é positiva a opção pelo Simples. Para as demais, essa opção representará em aumento da carga tributária, apesar da simplificação dos trabalhos”, explica Monica Maria dos Santos, consultora tributária da Confirp Consultoria Contábil, que conta que mais de cem análises tributárias já foram feitas.

“Ocorre que a regulamentação do Governo estabeleceu alíquotas muito altas para a maioria das empresas de serviços, sendo que foi criada uma nova faixa de tributação, o Anexo VI, na qual a carga a ser recolhida tem início em 16,93% do faturamento, indo até 22,45%. Com esses percentuais assustadores, a adesão pode levar ao aumento da carga tributária”, alerta a consultora da Confirp.

O Anexo VI engloba empresas dos seguintes ramos de atividade: jornalismo e publicidade, medicina, inclusive laboratorial e enfermagem, medicina veterinária, odontologia, psicologia, psicanálise, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia, despachantes, arquitetura, engenharia, pesquisa, design, desenho e agronomia, representação comercial, perícia, leilão e avaliação, auditoria, economia, consultoria, gestão, organização, controle e administração, e outras atividades do setor de serviços que tenham por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual que não estejam nos Anexos III, IV ou V.

Assim, a recomendação da Confirp para as empresas desses setores é de buscar o mais rápido possível por uma análise tributária. “Se a carga tributária for menor ou até mesmo igual, com certeza será muito vantajosa a opção pelo Simples, pelas facilidades que proporcionará para essas empresas”, finaliza Monica Maria dos Santos.

O tributarista Marcos Canassa Stábile, do Innocenti Advogados Associados, concorda com o diagnóstico de Mônica. Para ele, é fundamental que se faça um minucioso planejamento tributário da empresa interessada para verificar se o caso apresenta ou não vantagem na redução da carga tributária.

“Pelo menos 140 novas modalidades de prestadores de serviços se enquadram no regime simplificado de tributação, ficando tal enquadramento condicionado a um faturamento anual de até R$ 3,6 milhões. Cada tipo de serviço possui tabelas específicas para fins de tributação, as quais fazem os números variarem de acordo com a quantidade de funcionários. Por fim, vale destacar que se analisado apenas o contexto procedimental, isto é, cumprimento de obrigações acessórias, certamente as empresas terão benefícios”, explica o advogado.

De acordo com a também tributarista Larissa de Castro Silveira Azevedo, do Rocha Marinho e Sales Advogados, as micro e pequenas empresas dos mais de 140 setores que passarão a poder adotar o Simples Nacional não podem cair na armadilha de aderir automaticamente ao programa, sob pena de sofrerem prejuízos.

“Mesmo com a inclusão de novas atividades, os contribuintes devem analisar bem as regras e as alíquotas aplicadas, pois o que parece ser a solução para a diminuição da carga tributária dessas empresas, poderá acarretar num aumento significativo da tributação, já que a tabela não é tão interessante para as empresas, o que reforça a necessidade do planejamento tributário, antes de aderir ao Programa”, esclarece Larissa.


Revista Consultor Jurídico
Matéria publicada no site http://www.jornalcontabil.com.br/

sábado, 13 de dezembro de 2014

Entenda melhor a ampliação do Simples Nacional em 2015

Especialista explica como são as novas regras e quando o regime é indicado ou não


Redação, Administradores.com

Divulgação


Após a sanção da Lei Complementar no. 147, que amplia o alcance do Simples Nacional, novas categorias poderão então no regime tributário simplificado, a partir de 1 de janeiro de 2015. Entre as novas categorias estão profissionais da medicina, laboratoriais, enfermagem, serviços veterinários, odontologia, psicologia, bem como os serviços de engenharia e arquitetura, representação comercial, entre outros.
De acordo com Telmon Oliveira, da Prolink Contábil, empresa especializada em contabilidade, o regime leva em consideração a receita anual da empresa, ou seja, quem tem receita bruta inferior a R$ 3,6 milhões podem optar pelo regime do Simples Nacional.
"O Simples possibilita diversas vantagens, como o recolhimento unificado dos impostos federais, estaduais e municipais (ISS, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL, IPI, ICMS e ISS) e da contribuição patronal previdenciária. Além disso, tem a vantagem da redução da carga tributária, uma vez que uma grande parte das micro e pequenas empresas pagará menos impostos se optar pelo Simples Nacional. A redução pode variar de 20 a 50%, dependendo do ramo de atividade da empresa e do seu volume de faturamento", explica Oliveira. "Entretanto", continua o especialista, "cada caso deve ser analisado por profissionais de contabilidade aptos a esclarecerem como funciona a carga tributária para algumas atividades. Isso porque é importante fazer todos os cálculos sobre os custos fiscais que a empresa terá. Se ela estiver incluída no Anexo 6, por exemplo, pagará 16,93% na incidência inicial; e nesse caso, se enquadrar no regime de Lucro Presumido é o mais indicado", conclui ele.
Telmon ainda destaca que, a partir de 2015, empresas enquadradas no Simples (EPP) terão limite extra para exportar mercadorias e serviços. "Dessa forma, a empresa poderá auferir receita bruta anual de até R$ 7,2 milhões, sendo R$ 3,6 milhões no mercado interno e R$ 3,6 milhões em exportação de mercadorias e serviços", diz ele.

Sobre a baixa de empresas, isso poderá acontecer mesmo com pendências ou débitos tributários, a qualquer tempo, entretanto, o pedido de baixa importa responsabilidade solidária dos empresários, dos titulares, dos sócios e dos administradores no período da ocorrência dos respectivos fatos geradores.

Contribuintes devem ficar atentos para novidades em 2015

O Sescon-SP listou algumas das principais mudanças fiscais e tributárias para o próximo ano

O Sescon-SP listou algumas das principais mudanças fiscais e tributárias para o próximo ano, que requerem atenção e capacitação de contribuintes, empresários e profissionais contábeis. As micros e pequenas empresas já ingressam 2015 com novidades, tendo em vista a vigência da Lei Complementar 147/2014, que traz, a partir de 1° de janeiro, mudanças significativas nas regras do Simples Nacional, entre elas a mudança do critério de adesão, que passa a ser por limite de faturamento e não mais por segmentos de atuação.
Apesar do expressivo avanço na legislação das MPEs, o presidente do Sescon-SP, Sérgio Approbato Machado Júnior, alerta para a necessidade de análises, simulações e projeções antes da opção pelo sistema simplificado de tributos, que deve ser feita até 31 de janeiro. “Em algumas situações, o Simples Nacional traz aumento de carga tributária, por isso é preciso fazer uma escolha acertada, embasada no perfil do negócio”, destaca o líder setorial.
Outra novidade decisiva para o segmento empresarial é a extinção da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da necessidade de impressão do Livro de Apuração do Lucro Real. Estas exigências serão supridas com a entrega da Escrituração Contábil Fiscal, a ECF, que deverá ser transmitida de forma centralizada pela matriz a partir do ano-calendário 2014, exercício 2015. A primeira entrega está prevista para o último dia útil do mês de setembro do ano que vem, dois meses após a entrega da Escrituração Contábil Digital, a ECD, que deve ser feita até 30 de junho.
Ao participar da última reunião da Câmara Setorial de Contabilidade do Sescon-SP, no dia 4, o supervisor do projeto da EFD-Contribuições da Receita Federal do Brasil, Jonathan José Formiga, falou da relevância desta novidade. “Esta é uma mudança estruturante. O modelo que será implantado é totalmente digital e requer atualização e capacitação dos contribuintes e do segmento contábil”, destacou o auditor fiscal, que na ocasião ministrou a palestra “A importância do conteúdo nas escriturações fiscais digitais, Riscos, responsabilidade e prevenções”.
O Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, o eSocial, também entra em uma fase decisiva em 2015. Está prevista para os próximos dias a publicação da portaria e disponibilização do manual, que darão início ao cronograma de adesão ao sistema. Seis meses após haverá a liberação do ambiente para testes, em um ano a obrigatoriedade de envio pelas empresas com faturamento igual ou superior a R$ 78 milhões e em um ano e meio a entrada das organizações com faturamento igual ou acima de 3,6 milhões. “O eSocial vem exigindo uma grande mudança cultural e as empresas devem se preparar para esta obrigação, que abrangerá empregados e empregadores em todo o país”, explica Sérgio Approbato.
Em âmbito estadual, os empresários devem atentar para o prazo de implantação obrigatória do Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos, o CF-e-SAT, cujo objetivo é documentar, eletronicamente, as operações comerciais do varejo dos contribuintes do Estado de São Paulo e passará a ser exigido em julho. Já na esfera municipal, destaque para o Sistema Autenticador e Transmissor de Documentos Fiscais Eletrônicos, SAT-ISS, que se destina à emissão e transmissão de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e. A utilização do equipamento será obrigatória, na cidade de São Paulo, a partir de 1º de março.

Fonte: Fenacon
Matéria publicada no site http://www.contadores.cnt.br/

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

A Fórmula do Empreendedorismo de Sucesso

 
Edgard Corona - Fundador da Bioritmo
Edgard Corona sempre foi um atleta de primeira linha, mas acabou seguindo carreira como engenheiro químico. Nesta palestra inspiradora, conta como, após um acidente de ski, resolveu reviver seu hobby na forma de um novo empreendimento. Mas, como ele mesmo diz: “Se você tem um hobby, cuidado ao transformá-lo em um negócio: você pode ficar com raiva do hobby.”


 Quase quebrou algumas vezes, e superou muitos obstáculos até decidir investir em uma nova ideia de negócio, que viria a ser a BioRitmo. Expandiu a rede de academias, ajustou o modelo e chegou ao ponto de não aguentar mais a pesada rotina de trabalho. Foi aí que Edgard conheceu a metanoia, e descobriu que seu conglomerado desportivo, hoje o maior do Brasil, só continuaria crescendo rumo ao sucesso se ele conseguisse estimular a química entre as pessoas.


Para assistir ao vídeo clic na figura acima ou no link abaixo:

O Day1 E o Diretor Evento de Histórias inspiradoras de empreendedorismo do Brasil. A Endeavor Promove essas e Otras Palestras de empreendedorismo. Assista A Mais www.endeavor.org.br/videos e Vídeos.

O que é o autoconhecimento e por que ele é tão importante para o nosso crescimento

Você realmente se conhece? Sabe aonde quer chegar? Essas questões são fundamentais para alguém se desenvolver e alcançar seus objetivos, pois um homem que não se conhece andará em círculos a vida inteira e jamais sairá do lugar

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Às vezes no silêncio do meu quarto eu busco esvaziar minha mente e estabelecer uma conexão entre meus hábitos e princípios, buscando identificar se existe um elo de bronze, prata ou ouro entre eles. Sob uma outra ótica o que procuro fazer é identificar (medir) se minhas atitudes são condizentes com meus valores intrínsecos.
Eu pratico essa ação porque preciso me conhecer, intimamente (autoconhecimento). Tenho observado que muitas pessoas sabem muito sobre os outros e nada sobre elas mesmas, isso é uma tremenda beligerância, pois a primeira busca do homem deve ser a de moldar seu próprio caráter e criar suas singulares convicções, fazendo com que suas ações sejam pautadas naquilo que ele acredita que seja justo e bom para o universo.
Autoconhecimento é conhecer a própria essência, ou seja, é ter pleno domínio de si mesmo: em pensamentos, desejos, esperanças, frustrações e crenças. Esse conceito nos permite traçar um mapa pessoal que faz com que tenhamos oportunidade de interpretar melhor quem somos e, principalmente, onde queremos chegar. Assim, teremos um foco maior e também uma certeza do real motivo de estarmos aqui.
Reflita comigo: você realmente se conhece? Tem controle sobre as próprias emoções? Sabe o que lhe causa inveja e ódio? Infere os estímulos que lhe causam prazer e contentamento? Deduz as coisas que são benéficas para sua alma e maléficas para seu espírito? Percebe as variáveis que influenciam negativamente sua força física e sua energia existencial?
Certamente essas respostas somente podem ser conhecidas após uma autoanálise minuciosa de nossa inerente particularidade pessoal, de modo que quando voltamos nossos olhares para nossa casa, podemos facilmente captar toda a obra que edificamos: afinal de contas, eu sou uma criatura cordial ou hostil? Sensível ou racional? Amorosa ou fria? Triste ou alegre? Resistente ou frágil? Inteligente ou ignorante? Virtuosa ou estulta? Sábia ou insensata? Avarenta ou pura? Autêntica ou bajuladora?
Precisamos registrar que essas questões machucam nossa vaidade e faz com que sejamos seres menos preocupados com superficialidades e tabuleiros genéricos. Certamente, essa nossa nova atitude fará com que as heresias propagadas pelos falsos mestres sejam rapidamente apagadas de nossas vidas, porque quando destruímos nosso egocentrismo passamos a ter humildade, que é a chave suprema para abrir todas as portas. Em outras palavras, admitir nossa insapiência é o primeiro passo para sermos grandes e para encontrarmos a excelência, fazendo com que o caminho da verdade seja aberto para podermos andar em estradas erigidas na rocha e não em pontes alçadas em cordéis delgados.
Logo, devemos entender que tudo depende apenas de como lidamos com nosso espelho pessoal, obviamente, não com o intuito fétido de reparar uma imperfeição na face, mas buscando compreender aquilo que não está visível. É como costumava dizer Charles Chaplin: “Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.”
Você sabe consultar seu âmago e usar isso para crescer?
Paulo Francis disse: “A ignorância é a maior multinacional do mundo.” Certamente, o que o pensador quis defender é que o ser humano é atrasado não no sentido de não saber realizar uma coisa, mas sim de não saber identificar suas limitações em determinadas ocasiões. Em outras palavras, o problema não é ter um amontoado de defeitos e sim ter medo de olhar para dentro de si e descobri-los.
Desta forma, o homem possui aversão à dúvida e não admite criticar a si mesmo, pois tem pavor e total angústia em identificar possíveis falhas morais e éticas em seu caráter, fazendo com que sua evolução seja estagnada e criando universos negativos simplesmente pelo receio de tentar ser melhor.
E é exatamente nessa esfera que se encontra a resposta para todas as perguntas existentes, porquanto a essência da felicidade de uma pessoa está em trabalhar suas falhas e em contemplar seu progresso, paulatinamente, de forma que um homem com autoestima alta é aquele que tem certeza absoluta que reuniu todas as suas forças em busca de uma evolução e que desde então, sua barra de ascensão nunca deixou de subir.
Precisamos mencionar também a importância da DOR para que esse desenvolvimento possa se perpetuar, sem que haja contratempos. Acredite, se machucar de vez em quando é uma coisa valiosíssima, tendo em conta que é nesse momento adverso que sua mente cria novos atributos para se defender de tais complexidades, gerando em você, forças poderosas que em circunstâncias normais jamais teriam sido geradas e tampouco utilizadas. Sendo assim, comece a confrontar seus obstáculos e não se feche para eles, haja vista que somente covardes e fracos agem dessa forma.
Além disso, o que diferencia um ser comum de um extraordinário é exatamente a capacidade que cada um tem de não perder seu foco diante das calamidades alicerçadas. Deste modo, em primeiro lugar defina seus desejos: comece respondendo as perguntas óbvias: qual seu objetivo profissional? É ser gerente de uma grande corporação? É ser um empreendedor de sucesso? É ser um Coach, para desenvolver e capacitar pessoas? É ser um renomado palestrante? O que realmente te move? O que te faz ter brilho nos olhos? Você precisa definir com clareza e objetividade esses conceitos para que posteriormente você possa elaborar meios que possam fazer você atingir essas realizações.
Após isso, estabeleça um plano para sua carreira e trace metas para serem atingidas cronologicamente. Posteriormente, trabalhe reunindo as ferramentas necessárias para atingi-las. Isso o ajudará a montar um planejamento estruturado, cuidar da organização do mesmo e fazer com que a visão inicial não seja transmudada (como já mencionado no parágrafo anterior).
Nesse contexto, é fundamental externar que é impreterível ter metas de curto, médio e longo prazo. Para compreender melhor isto, pense em um jogador de futebol amador que busca crescer em sua profissão e alcançar o topo. Usando o bom senso, sua meta de curto prazo seria se tornar um jogador profissional de futebol e atuar em um clube modesto do país (reconhecimento regional), já sua meta de médio prazo, seria de atuar em um grande clube do futebol brasileiro, vestindo uma camisa mais “pesada”(reconhecimento nacional), e por fim, a de longo prazo seria jogar na Europa e posteriormente vestir a camisa da seleção brasileira (reconhecimento mundial).
Certamente uma pessoa que planeja suas passagens tem totais chances de vencer seus medos e alcançar seus sonhos, elaborando uma gama variada de pontos fortes e gerando uma força maior para seus projetos e alvos. Logo, como vimos nos parágrafos acima, essas três questões o ajudarão a guia-lo em sua entusiasmante e motivadora caminhada: admitir sua ignorância (pontos fracos), otimizar sua capacidade de tolerância as adversidades (visão futurista e estratégica) e elaboração de metas (foco).
Como se adaptar a um mercado dinâmico e imprevisível
Hoje os ciclos de mudança são muito curtos, o que nos obriga a sermos cada vez mais voláteis, ágeis e adaptativos, de modo que possamos nos adequar mais rapidamente às variáveis imprevistas que chegam ao nosso ambiente e para que saibamos responder com mais eficácia a essas atmosferas tempestuosas. Para tanto, é necessário aprendermos sempre, em um curso perpétuo onde a busca pela informação, seguida de sua correta interpretação é algo impreterível para a nossa sobrevivência. Além disso, precisamos potencializar nosso pensamento inovador, gerando hábitos criativos para que tudo se transforme em soluções lucrativas e em respostas inteligentes.
Aprendi com Peter Drucker que não devemos esperar as coisas acontecerem e sim fazer com que elas aconteçam. Obviamente, quando voltamos nossos hábitos e pensamentos para a inovação, estamos caminhando para um desenvolvimento constante que tornará nossa organização uma instituição de qualidade total e excelência incomparável, fazendo com que a equipe seja geradora de conhecimentos ímpares e ideias fabulosas.
Precisamos mencionar também, que apesar do marketing pessoal estar em evidência no mercado, não devemos procurar respostas apenas no lado de fora, porque o grande tesouro se encontra dentro de nossos corações, como vimos ao longo do texto: nosso entusiasmo, autoconfiança e talento são grandes trunfos para que tudo possa fluir ascendentemente em nossa trajetória, portanto, não permita que nada destrua essa inexorável e fatídica realidade. Mas lembre-se: as pessoas sempre irão criticar aquelas que são melhores do que elas em qualquer tipo de atividade, principalmente, se tal tarefa conceder algum tipo de destaque para o ator em questão, ou seja, esses estultos tentarão ridicularizá-lo e coloca-lo para baixo, tentando convencer as outras pessoas de sua “loucura” e de sua total falta de coerência nas ações executadas. Por esse motivo, ser considerado lunático (surtado) no cenário empresarial é uma grande qualidade, porque as pessoas não tem coragem de realizar algumas coisas e rapidamente criticam (por inveja) aquelas que tiveram, fazendo com que ninguém possa prosperar intelectualmente diante delas e criando uma esfera negra de imbecilidade total. Por isso Oscar Wilde sabiamente disse: “Ser grande significa ser incompreendido.”
Assim, seja livre e não queira ser modelo para ninguém: adaptando sua vida a conceitos padronizados e a efeitos ultrapassados, pelo contrário, seja um ser moderno, intrépido e ousado para que o universo possa lhe proporcionar a potência singular de transformá-lo e de germinar novas concepções dentro dele.
Concluindo, seja inconvencional, incorruptível e imparável, para que a sociedade o tenha como alguém que a nada teme e a nada se sujeita. Certamente, quem agir dessa forma herdará automaticamente muitas glórias, porquanto perdeu o medo e o pânico alienador de ser vítima da culpa e da rejeição humana, criando um núcleo com uma barreira impenetrável e efetuando uma capacidade sempar de transmitir e entregar novas observações e deduções para o planeta.
Fonte: Matéria publicada no site http://www.administradores.com.br/

Receita: comprovante terá campo para informação sobre IRRF sobre 13º salário

A Receita Federal esclareceu que a instrução normativa que modifica o modelo de Comprovante de Rendimentos Pagos e de Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) criou uma nova linha para informação relativa ao imposto retido na fonte sobre o décimo terceiro salário

A Receita Federal esclareceu que a instrução normativa que modifica o modelo de Comprovante de Rendimentos Pagos e de Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) criou uma nova linha para informação relativa ao imposto retido na fonte sobre o décimo terceiro salário. Com essa mudança, as empresas terão que incluir o dado sobre qual foi o imposto de renda retido na fonte sobre o décimo terceiro salário. Essa informação será dada no chamado "quadro de rendimentos sujeitos à tributação exclusiva".
"O objetivo é facilitar para os contribuintes. A declaração de ajuste anual está sendo modificada para que seja possível, na hipótese de que imposto retido na fonte tenha sido maior, que a pessoa física possa pedir essa devolução via declaração de ajuste anual", explicou a coordenadora-geral de tributação substituta da Receita Federal, Claudia Pimentel. A nova informação deverá constar a partir do próximo comprovante de rendimentos, que será disponibilizado pelas empresas em 2015.
A IN 1522, publicada hoje, beneficia os trabalhadores que têm moléstia grave e, portanto, têm isenção do imposto de renda. Antes da nova regra, segundo a Receita, era mais difícil para o contribuinte pedir a restituição, caso houvesse uma retenção indevida, já que ele precisava usar outro programa para fazer o pedido. "O que acontecia é: se houvesse retenção equivocada da fonte pagadora, ele tinha que ir para um outro programa para pedir restituição. Agora criamos a possibilidade para que ele peça via declaração de ajuste anual", reforçou.
Segundo a Receita Federal, os portadores de doenças graves são isentos do Imposto de Renda desde que os rendimentos sejam relativos a aposentadoria, pensão ou reforma (outros rendimentos não são isentos), incluindo a complementação recebida de entidade privada e a pensão alimentícia. Para ser beneficiado, o contribuinte deve ser portador de uma das doenças consideradas graves, como AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), Alienação mental, Cardiopatia grave, Cegueira, Contaminação por radiação, Doença de Paget em estados avançados, Doença de Parkinson, Esclerose múltipla, Espondiloartrose anquilosante, Fibrose cística (Mucoviscidose), Hanseníase, Nefropatia grave, Hepatopatia grave, Neoplasia maligna, Paralisia irreversível e incapacitante, e Tuberculose ativa.

Matéria publicada no site http://www.contadores.cnt.br

ECF – Prazo de entrega é alterado para último dia de setembro

Instrução Normativa nº 1.524, publicada no Diário Oficial desta terça-feira (09/12) alterou a Instrução Normativa nº 1.422 de 2013, que dispõe sobre a Escrituração Contábil Fiscal – ECF.

Com esta medida alterou o prazo de transmissão da ECF para o último dia útil do mês de setembro do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira.

Alterou também as regras que desobriga a entrega, veja quem não está obrigado entregar a ECF:

I - às pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006
II - aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas;
III - às pessoas jurídicas inativas de que trata a Instrução Normativa RFB nº 1.306, de 27 de dezembro de 2012; e
IV - às pessoas jurídicas imunes e isentas que, em relação aos fatos ocorridos no ano-calendário, não tenham sido obrigadas à apresentação da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita (EFD-Contribuições), nos termos da Instrução Normativa RFB nº 1.252, de 1º de março de 2012

Confira integra da Instrução Normativa nº 1.524.


INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.524, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2014
DOU de 09 de dezembro de 2014

Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.422, de 19 de dezembro de 2013, que dispõe sobre a Escrituração Contábil Fiscal (ECF).
O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e XXVI do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, resolve:
Art. 1º Os arts. 1º e 3º da Instrução Normativa RFB nº 1.422, de 19 de dezembro de 2013, passam a vigorar com a seguinte redação:
"Art.1º ......................................................................................
...................................................................................................
§ 2º............................................................................................
...................................................................................................

II - aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas;
III - às pessoas jurídicas inativas de que trata a Instrução Normativa RFB nº 1.306, de 27 de dezembro de 2012; e
IV - às pessoas jurídicas imunes e isentas que, em relação aos fatos ocorridos no ano-calendário, não tenham sido obrigadas à apresentação da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita (EFD-Contribuições), nos termos da Instrução Normativa RFB nº 1.252, de 1º de março de 2012.
....................................................................................." (NR)
"Art. 3º A ECF será transmitida anualmente ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) até o último dia útil do mês de setembro do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira.
...................................................................................................
§ 4º Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, ocorrido de janeiro a agosto do ano-calendário, o prazo de que trata o § 2º será até o último dia útil do mês de setembro do referido ano, mesmo prazo da ECF para situações normais relativas ao ano-calendário anterior.
....................................................................................." (NR)
Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.
CARLOS ALBERTO FREITAS BARRETO

Fonte: Matéria publicada no blog http://sigaofisco.blogspot.com.br/

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