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terça-feira, 22 de julho de 2014

Secretaria da Fazenda alerta para fim do prazo especial para entrega dos arquivos da Escrituração Fiscal Digital

A Secretaria Estadual da Fazenda alerta para o fim do prazo especial de entrega dos arquivos da Escrituração Fiscal Digital (EFD), que substituem os livros em papel. Iniciado em janeiro deste ano, o prazo de adaptação se encerra no mês de outubro.


Desde o começo de 2014, os contribuintes do Estado do Rio Grande do Sul inscritos na modalidade Geral estão obrigados a enviar para a Receita Estadual seus registros no formato digital. O prazo de entrega normal dos arquivos é o dia 15 do mês seguinte, mas para os contribuintes com faturamento inferior a R$ 3,6 milhões em 2012 e que entraram na obrigação este ano foi concedida prorrogação conforme tabela abaixo:
 

Início da obrigação EFD - ICMS/IPI - em 2014
Faturamento 2012 Período referência EFD 2014 Prazo entrega 2014
Maior que R$ 3,6 milhões Janeiro e seguintes Mensal: dia 15 mês seguinte
Entre R$ 2,4 e R$ 3,6 milhões Janeiro a março Dia 15 de abril
Entre R$ 2,4 e R$ 3,6 milhões Abril a junho Dia 15 de julho
Entre R$ 2,4 e R$ 3,6 milhões Julho e seguintes Mensal: dia 15 mês seguinte
Menor que R$ 2,4 milhões Janeiro a março Dia 31 de agosto
Menor que R$ 2,4 milhões Abril a junho Dia 30 de setembro
Menor que R$ 2,4 milhões Julho a setembro Dia 31 de outubro
Menor que R$ 2,4 milhões Outubro e seguintes Mensal: dia 15 mês seguinte


   


Desse modo, a partir da referência outubro 2014, todos os obrigados deverão entregar os arquivos até o dia 15 do mês seguinte ao da referência.
Mais informações sobre a EFD podem ser obtidas no site da Sefaz, neste link, na aba da Receita Estadual.

A Receita Estadual alerta que a omissão na entrega dos arquivos gera multa e bloqueia a emissão de certidão de situação fiscal negativa.


Texto: Tamara Hauck

Fonte: Sefaz RS

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Fisco dá novo passo na informatização de dados de livros fiscais

É o chamado “Bloco K” do Sped Fiscal, que estabelece o envio mensal do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque — a exceção fica para os contribuintes enquadrados no Simples Nacional...


Fonte: Consultor Jurídico
Fisco dá novo passo na informatização de dados de livros fiscais
A partir de 1º de janeiro de 2015, caso não ocorra nenhuma prorrogação, os contribuintes terão de cumprir mais uma obrigação acessória. É o chamado “Bloco K” do Sped Fiscal, que estabelece o envio mensal do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque — a exceção fica para os contribuintes enquadrados no Simples Nacional.
A novidade, decorrente do Ajuste Sinief 02/09, com alterações processadas pelo Ajuste Sinief 33/13 e, no âmbito estadual, pelo Ato Cotepe 52/13, está no envio mensal das informações em meio digital. Isso porque o contribuinte já deveria escriturar o livro Registro de Controle da Produção e do Estoque mesmo quando compelido a fornecer ao fisco essas informações em meio magnético, conforme disciplina estabelecida pela IN SRF 86/01.
Aliás, no estado de São Paulo, os contribuintes de ICMS que possuem a necessidade de apurar o crédito acumulado, em virtude de existência de saldo credor, devem fornecer ao Fisco, em arquivo digital, toda a movimentação interna que ocorre com o insumo de produção desde a sua entrada no estabelecimento, passando por produção em processo, sua transferência para produto acabado e a consequente venda do produto (sistemática de custeio). Toda e qualquer perda ou ganho ocorridos no processo de produção também devem ser objeto de informação ao Fisco paulista. Tais regras vão muito além das exigências estabelecida pelo Sped.
Diversas esferas de governo têm se empenhado muito no sentido de informatizar rapidamente as informações contidas em livros e documentos fiscais. A título de exemplo desse esforço podemos citar: a implementação da nota eletrônica; a declaração eletrônica de serviços; o próprio Sped; e o eSocial, dentre outros. Inegavelmente são ferramentas que auxiliam sobremaneira ação dos agentes fiscais. Portanto, é fato que o Estado, sentido latu, está cumprindo seu dever de casa.
De posse de tais informações, os agentes fiscais da União e dos estados poderão processar eletronicamente a conferência dos dados transmitidos, realizar os cruzamentos necessários e, caso sejam evidenciadas inconsistências nos mesmos, iniciar o processo de fiscalização. Por outro lado, resta saber como os contribuintes estão com relação à qualidade das informações fiscais que devem ser repassadas aos agentes fazendários.
Nossa experiência demonstra que ocorrem diversas categorias de inconsistências que merecem ser melhor analisadas pelos contribuintes. Os dados devem ser gerados e validados para garantir a sua fidedignidade, confiabilidade e integridade. Ou seja: além do cumprimento da obrigação legal, tais controles poderão ser utilizados como importante ferramenta de gestão.
A informatização dos principais processos no âmbito das organizações geram diariamente milhares de transações que necessitam de verificação e validação que, se realizadas sem o uso das facilidades tecnológicas, provavelmente serão incompletas e falhas.
Os contribuintes têm a tecnologia a sua disposição e devem utilizá-la para aperfeiçoar as ações de controle, uma vez que se pode contemplar, nessas ações, o universo amostral em 100% das transações realizadas pela companhia.
Como se vê, é importantíssimo que os contribuintes tenham a preocupação de que as informações contidas em tais arquivos apresentem um grau absoluto de consistência e estejam adequados ao que determina a legislação, gerados por processos de TI, em conformidade às melhores práticas de gestão.
Quer nos parecer que o Estado está se preparando adequadamente para uma nova era e novas metodologias de fiscalização. Resta-nos perguntar se os contribuintes também estão atentos aos novos tempos. 
Fonte: Matéria divulgada no site do IBPT

Lanchonete não prova insuficiência econômica e fica sem direito a justiça gratuita

A Subseção 2 Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a recurso de uma lanchonete que pleiteou os benefícios da justiça gratuita, mas não conseguiu comprovar sua insuficiência econômica. A SDI-2 considerou que o balancete e a declaração de resultado negativo no ano de 2010 não eram suficientes para demonstrar a impossibilidade da empresa de arcar com as despesas do processo.

A Produtos Alimentícios Guajajaras Ltda. impetrou mandado de segurança contra decisão da 5ª Vara do Trabalho de Betim (MG), que determinou a penhora de valores na boca do caixa da lanchonete para a quitação de verbas trabalhistas. A empresa pretendia substituir a penhora por eletrodomésticos e mobiliários, mas o pedido foi indeferido, o que a levou a agravar da decisão para requerer a concessão dos benefícios da Justiça gratuita.
Ao negar provimento ao recurso, o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) afirmou que a isenção do pagamento das custas é concedida apenas ao trabalhador que recebe até dois salários mínimos ou que comprove a impossibilidade de cumprir com as despesas processuais.
A lanchonete insistiu na possibilidade de concessão da justiça gratuita também para a pessoa jurídica que esteja em situação financeira difícil. Ao analisar o recurso, a SDI-2 afirmou que, no que tange às empresas, a jurisprudência da Corte é no sentido de que o benefício pode ser concedido excepcionalmente, desde que haja demonstração cabal de sua insuficiência econômica.
O relator do recurso, ministro Emmanoel Pereira, destacou que a empresa foi condenada apenas ao recolhimento de custas processuais no valor de R$ 24,00, montante espontaneamente recolhido quando da apresentação do agravo, "o que reforça possuir condições financeiras para pagar as despesas do processo".
(Fernanda Loureiro/CF)
A Subseção II Especializada em Dissídios Individuais é formada por dez ministros, com quorum mínimo de seis ministros. Entre as atribuições da SDI-2 está o julgamento de ações rescisórias, mandados de segurança, ações cautelares, habeas corpus, conflitos de competência, recursos ordinários e agravos de instrumento.

sábado, 19 de julho de 2014

Retensão de Talentos

Programa Tendência & Mercado
Achiles Batista Ferreira Junior entrevista Maria Tereza Ferrabule

Para assistir ao vídeo clic na figura acima ou no link abaixo:

Fonte: 

Projeto do Simples Nacional vai à sanção

O Sistema Fenacon Sescap/Sescon obteve mais uma importante conquista na noite da última quarta-feira (16): a inclusão de todas categorias do setor de serviços no Simples Nacional. O projeto de Lei Complementar 60/2014 foi aprovado na noite de ontem pelo Plenário do Senado Federal.

A proposta cria uma nova tabela para serviços, com alíquotas que variam de 16,93% a 22,45%. Com o acesso geral, entram no regime de tributação, por exemplo, serviços relacionados à advocacia, à corretagem e à medicina, odontologia e psicologia. A nova tabela criada pelo projeto, de autoria do deputado Vaz de Lima (PSDB-SP), entrará em vigor em 1º de janeiro do ano seguinte ao da publicação da futura lei.
Ainda foi determinado pelo texto que o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) será responsável por disciplinar o acesso do microempreendedor individual (MEI) e das micro e pequenas empresas a documento fiscal eletrônico por meio do portal do Simples Nacional e também estende a outras empresas facilidades já previstas no Estatuto da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/2006).

Novo enquadramento

O Plenário manteve ainda mudança feita na Câmara em relação ao enquadramento de algumas atividades de serviços, como fisioterapia e corretagem de seguros, que passam da tabela de maior valor (tabela seis), criada pelo projeto, para a tabela três, de menor valor dentre as do setor de serviço.

Já os serviços advocatícios são incluídos na tabela quatro; e os decorrentes de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural e a corretagem de imóveis são enquadrados na tabela três.

Facilidades

Para todas as empresas que se enquadrem como micro (receita bruta até R$ 360 mil ao ano) ou pequena empresa (acima de R$ 360 mil e até R$ 3,6 milhões) e não optem ou não possam optar por esse regime especial de tributação, o projeto estende várias facilidades existentes na lei. A estimativa é de beneficiar 2 milhões de empresas.

Entre as facilidades estão prioridade em licitações públicas, acesso a linhas de crédito, simplificação das relações de trabalho, regras diferenciadas de acesso à Justiça e participação em programas de estímulo à inovação.

Substituição tributária

Com o fim da chamada substituição tributária para alguns setores, prevista no projeto, as secretarias de Fazenda estaduais não poderão mais aplicar o mecanismo de recolhimento antecipado da alíquota cheia do ICMS pelas empresas, cujo repasse ocorre para os compradores do produto.

A substituição tributária dificulta a competição das micro e pequenas empresas porque elas, muitas vezes, compram produtos que vêm com o ICMS embutido no preço, pagando pelo imposto antes mesmo de vender ou usar o produto, diminuindo sua competitividade em relação a outras empresas não optantes pelo Simples Nacional.

Entre os setores que continuam com substituição tributária estão combustíveis; cigarros; farinha de trigo; produtos farmacêuticos, de perfumaria e de toucador; produtos de higiene; autopeças; produtos cerâmicos; sabão em pó e todos os serviços sujeitos atualmente a esse mecanismo.

Mercado de capitais

As micro e pequenas empresas poderão também recorrer ao mercado de capitais para obter recursos necessários ao desenvolvimento ou à expansão de suas atividades, segundo normatização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Também poderão receber recursos financeiros de pessoas físicas e jurídicas, incluindo sociedades anônimas e fundos de investimento privados.

Fenacon

Desde a criação da Lei Geral, a Fenacon vem buscando seu constante aprimoramento de forma a atender os anseios dos empresários do setor de serviços, em especial a universalização da abrangência dos Simples Nacional.

O presidente da Fenacon, Mario Elmir Berti, comemorou a aprovação do projeto. “Sem dúvida as micro e pequenas empresas do país só tem a ganhar com mais esse importante aperfeiçoamento da lei”, disse.
A proposta vai à sanção presidencial.

Com informações da Agência Senado
 
Fonte: Sistema Fenacon

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Como negociar com alguém mais poderoso do que você

Saber ouvir e perguntar as perguntas certas, além de se manter flexível, são algumas das dicas dos especialistas

Redação, Administradores.com
Thinkstock
"Bons negociadores se preparam de forma suficiente para entender o todo e não somente um caminho possível"
Negociar com alguém aparentemente mais poderoso pode ser uma experiência intimidadora. Tentar fechar um contrato grande, buscar um novo e importante cliente, negociar aumentos e vantagens com um empregador ou fazer negócios com uma empresa de maior porte são situações representativas desse tipo de negociação. Como não deixar o nervosismo e as fraquezas atrapalharem o processo? Como ser persuasivo e se manter firme em uma posição que pode parecer desvantajosa?
Carolyn O'Hara, em artigo publicado no blog da Harvard Business Review (revista da Faculdade de Administração de Harvard), aponta algumas ferramentas para lidar com o cenário descrito acima. Ela aponta que ocupar uma posição de menor poder se torna, se o negociante está consciente disso, um privilégio. Como? Citando Margaret Neale, professora de Gestão no mestrado da faculdade de Administração, O'Hara destaca que o mais poderoso muitas vezes perde níveis de empatia, de capacidade de se colocar no lugar do outro, identificar-se com ele, compreender suas necessidades.
Essas qualidades são essenciais para alguém que se encontra na posição de negociador; conseguir enxergar o que o outro quer e precisa dá uma vantagem a quem está negociando, no sentido de encontrar propostas que solucionem os problemas e respondam às principais demandas das duas partes. O "menos poderoso", então, tem essa carta debaixo da manga, e pode surpreender quem não esperava tanto dele. Com isso em mente, aqui se encontram algumas dicas de O'Hara para lidar com negociadores mais poderosos e obter sucesso. O texto original pode ser encontrado neste link. Confira:
Seja confiante
Costumamos ter medo da ameaça da competição, segundo Jeff Weiss, sócio da consultora especializada em negociações corporativas Vantage Partners. Quando estamos tentando fechar uma venda grande e sabemos que há outras pessoas com o mesmo objetivo, ou quando concorremos com várias pessoas por uma vaga de emprego, nos sentimos ameaçados e terminamos diminuindo nossas expectativas e reduzindo nossas demandas, o que muitas vezes nos deixa prejudicados em negociações. O segredo é se preparar, estudar o que você pode oferecer que os concorrentes não podem. A outra parte está negociando com você por um motivo, então concentre-se em maximizar as potencialidades e vanatgens que possui como atrativos.
Compreenda seus alvos e os da outra parte
Crie uma lista contendo o que você quer daquela negociação e porque você tem esses ou aqueles objetivos. É uma exercício para saber o que definitivamente você não pode aceitar, e em que áreas pode ser flexível. A partir do conhecimento dos seus alvos, busque compreender o que a outra parte quer e precisa, de forma que suas propostas cheguem "à metade do caminho", encurtando a distância entre suas demandas e as de quem está negociando com você. Lembre-se que o negócio precisa ser vantajoso para os dois lados; pensar nisso antes lhe capacitará para criar propostas mais realistas.
Prepare-se
Weiss diz: "O mais importante é estar preparado". Fazer sessões de brainstorming para obter soluções criativas e pensar em diferentes caminhos para alcançar o que se quer da negociação são pontos importantes de preparação. Obter dados sobre a outra parte também é de extrema importância. Na hora que o possível cliente, por exemplo, disser que quer pagar X pelo seu produto, com os dados em mãos, você pode comprovar que no passado, em outros negócios, ele pagou Y. Esse tipo de informação solidifica argumentos que, sem dados, seriam apenas opiniões.
Saiba ouvir e perguntar
Segundo Neale, duas das estratégias mais importantes que se pode apreender e praticar são ouvir e perguntar (as perguntas certas). Ouvir e realmente prestar atenção, inspira confiança. Perguntar sem medo, demonstra interesse e pode servir como forma de desarmar a outra parte. Por exemplo, se um chefe diz que o empregado não tem o perfil para um determinado projeto, e este questiona que tipo de perfil se encaixaria no projeto, pode-se abrir uma porta para que o funcionário mostre que tem as características necessárias para tal.
Permaneça flexível
Bons negociadores se preparam de forma suficiente para entender o todo e não somente um caminho possível. Isso quer dizer, na prática, que não há apenas uma forma de conseguir um negócio que atenda às demandas dos dois lados; há mais de uma estratégia, mais de uma manobra. Manter-se flexível lhe dá maiores condições de adequar o negócio, criando soluções que não apenas lhe beneficiam, mas, como diz Neale, "fazem a outra parte sentir que saiu ganhando".
Com informações de Harvard Business Review Blog
Matéria publicada no site http://www.administradores.com.br/

Operário dependente de crack e cocaína não consegue reintegração à General Motors


Por considerar que a dispensa não foi discriminatória, a Justiça do Trabalho indeferiu pedido de reintegração de um dependente químico dispensado pela General Motors do Brasil Ltda. Ao examinar agravo de instrumento do trabalhador, a Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento ao apelo.
O trabalhador, contratado como operador de produção, alegou ser dependente químico de crack e cocaína e disse que estava afastado do trabalho, internado para tratamento, quando o departamento médico da empresa sugeriu o retorno ao trabalho. Logo em seguida, foi dispensado, interrompendo, segundo ele, possível melhora no quadro.
Em sua defesa, a General Motors afirmou que encaminhou o operário a um programa de recuperação de dependentes químicos da própria empresa. Disse que o programa, sem ônus para o empregado ou prejuízo de salário, tinha como condição que ele fizesse o tratamento de forma correta, participando das reuniões com o serviço médico, o que não teria ocorrido.
De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), prova documental mostrou que não houve empenho no tratamento por parte do empregado. O Regional ressaltou que a dispensa aconteceu mais de um ano e três meses depois da empresa ter tomado ciência da dependência química. Por isso, considerou que não houve ato discriminatório na dispensa sem justa causa, mas sim quebra de confiança, pela falta de compromisso do empregado com o tratamento, que ocasionou inúmeros afastamentos e faltas.
No agravo pelo qual pretendia trazer a discussão ao TST, o trabalhador alegou, entre outras coisas, que o TRT não teria se manifestado a respeito de comunicado emitido pela instituição de recuperação onde estava internado antes de sua dispensa, que informava a necessidade de mais seis meses de tratamento. Alegou também que o Regional não poderia afirmar que ele não tinha colaborado, pois, assim que foi avisado sobre nova oportunidade para tratamento, internou-se imediatamente para nova tentativa de cura.
Ao analisar o agravo, o relator, ministro Fernando Eizo Ono, não constatou omissão apontada na decisão. Ele salientou que, segundo o Regional, "o próprio autor admitiu não ter frequentado regularmente os grupos de apoio". Diante dos fundamentos do TRT, o ministro verificou que não houve ofensa aos artigos 5º, inciso XLI, da Constituição da República, e 1º e 4º da Lei 9.029/95, que proíbe práticas discriminatórias na relação de emprego.
(Lourdes Tavares/CF)
O número do processo foi retirado para preservar a privacidade do trabalhador.
O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Lucro Presumido/Reflexos na Apuração PIS/Cofins/CSLL/IRPJ - Lei 12.973/2014

Palestrante: MARIA ILENE IMLAU WINTER

Contadora, Consultora da área de Imposto de Renda e Contabilidade da Lefisc Legislação Fiscal e palestrante de cursos LEFISC e do CRCRS.


Palestra realizada, no dia 09/07/2014, no auditório do CRCRS. 

PROGRAMA:


Lucro Presumido – Reflexos na Apuração PIS/COFINS/CSLL/IR


1 - Aspectos gerais


2 - Vigência


3 - Adoção antecipada


4 - Novo conceito de receita bruta


5 - Base de cálculo – alterações



Bibliografia: Lei 12.973/2014



Para assistir ao vídeo clic na figura acima ou no link abaixo:


Material de Apoio:


Fonte: Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio Grande do Sul 

10 filmes que vão inspirar você na busca pelo sucesso

Em certos momentos, os filmes podem funcionar como um forte agente motivacional e nos impulsionar


Redação, Administradores.com


Reprodução
Cena de "Clube da Luta"
"Compramos coisas de que não precisamos com o dinheiro que não temos para impressionar pessoas das quais não gostamos" (Clube da Luta).
Quem nunca se sentiu diferente após uma ida ao cinema? Assim como livros, filmes têm a capacidade de nos tocar de modo tal que até chegam a influenciar decisões de nossas vidas pessoais e profissionais.
Em certos momentos, os filmes funcionam como um forte agente motivacional e podem assim nos impulsionar na direção do sucesso.
O site americano Lifehack selecionou dez filmes que prometem "ajudar você a se dar bem".
Confira abaixo:
1. Clube da Luta (1999): materialismo e desapego
O primeiro filme escolhido, "Clube da Luta", de David Fincher, oferece mais de uma lição sobre sucesso. Ele pode ser visto várias vezes e em cada uma delas você conseguirá reconhecer um ensinamento importante. Deles, os dois que mais se destacam são materialismo e desapego emocional. De acordo com o personagem Tyler Durden, O Clube da Luta é sobre se libertar das correntes da vida moderna, que "aprisiona e castra" você, ao estar disposto a gerar e sentir dor e risco de morte. Ao ver o filme, vá com calma. Não vá sair por aí repetindo tudo a que assistir lá (quem já viu, sabe do que estamos falando!). Nesse caso, é fundamental ler as entrelinhas e saber pinçar os ensinamentos dispersos no meio do enredo, certas vezes, caótico.
2. O Homem dos Músculos de Aço (1977): auto-confiança e auto-afirmação
Ao contrário do que parece, "O Homem dos Músculos de Aço" não é destinado para os amantes do fisiculturismo apenas. Ao compartilhar sua mentalidade, atitude e crenças pessoais, Arnold Schwarzenegger faz do documentário uma grande inspiração para aqueles que querem desfrutar o poder que é ter auto-confiança e auto-afirmação.
3. O Segredo (2006): atitude positiva
O Segredo é baseado no filme "The Law Of Attraction" (que, por sua vez, é uma versão do livro de mesmo nome). Ainda que muitas pessoas mantenham um posicionamento cético em relação às leis da atração, o filme traz uma mensagem bastante positiva sobre a vida e mostra que uma mudança de pensamento pode levar a uma vida melhor. Por isso, "O Segredo" é perfeito para aquelas pessoas que estão precisando de inspiração e motivação.
4. A Rede Social (2010): exercício do direito
O nome Marck Zuckerberg lhe é familiar? Provavelmente, sim. "A Rede Social" é um filme que mostra a trajetória do fundador do Facebook e que inspira qualquer pessoa a se sentir merecedora do sucesso. A trama mostra ainda alguns dos inconvenientes que um profissional bem sucedido enfrenta, como traição e armadilhas legais.
5. Sim, Senhor (2008): oportunidade
Qualquer um pode se divertir com essa comédia. Carl Allen, interpretado por Jim Carrey, é um profissional não realizado que vive uma vida mediana. Após participar de um seminário de auto-ajuda, sua vida tem uma interessante reviravolta. Esse filme mostra o poder da palavra "sim" e leva a uma reflexão sobre as oportunidades que você pode ter perdido ao dizer "não".
6. Sem Limites (2011): colocar as coisas em prática
Nesse longa, Bradley Cooper interpreta um escritor que passa a vida procrastinando até ser apresentado a uma nova droga, quando então começa a ter iniciativa e a progredir. Não. Esse filme não á uma apologia ao mundo das drogas, no entanto ele vai despertar em você a vontade de produzir resultados e, sobretudo, fazê-lo pensar sobre todas as coisas que poderia estar fazendo com sua vida.
7. O Lobo de Wall Street (2013): impulso e prosperidade
Polêmico. Politicamente incorreto. Não é uma aula sobre o que fazer. Mas esse filme tem a capacidade de fazer você reavaliar sua vida atual e suas metas. Baseado na história real de Jordan Belfort, "O Lobo de Wall Street" mostra que há coisas que o dinheiro não compra. Além disso, é impossível assistir a esse enredo sem se sentir instigado pela atuação de Leonardo DiCapprio.
8. As Palavras (2012): mereça seu trabalho
Outro filme no qual Bradley Cooper aparece num papel de um escritor que enfrenta problemas com sua produção literária. "As Palavras" demonstra como pode ser difícil lidar com o sucesso, ao ponto de fazer você desistir ou até a copiar o trabalho de alguém. Esse filme certamente vai inspirá-lo a fazer o melhor que pode com o que tem.
9. À procura da Felicidade (2006): determinação
Outro que é baseado em uma história real. Will Smith interpreta um vendedor que é abandonado pela mulher e chega a morar nas ruas com o filho. Esse filme emocionante irá provar que nunca podemos desistir de nós mesmos e muito menos deixar que as circunstâncias destruam nossos sonhos.
10. Gênio Indomável (1997): competência e capacidade
"Gênio Indomável" é um filme comovente, que contém grandes conversas entre os personagens Will Hunting (Matt Damon) e Sean Maguire (Robin Williams). Esse longa-metragem é para aquelas pessoas que têm algum talento, mas não se acham dignas de sucesso. Ele vai inspirar você a mostrar que é competente.

Microempreendedor individual chega aos cinco anos de inclusão

Roberta Mello

ANTONIO PAZ/JC
Mendes pensa em alçar voos mais altos com a Camelbird
Mendes pensa em alçar voos mais altos com a Camelbird
Desde a estreia, em 1 de julho de 2009, a figura do Microempreendedor Individual (MEI) já é considerada um sucesso de público e crítica.

Os microempreendedores individuais (MEI) integram o segmento de pequenos negócios que mais cresce no Brasil. A expectativa é que ainda em 2014 o número de MEIs ultrapasse a marca das micro e pequenas empresas (MPEs). Serão 4,3 milhões de MEIs contra 4,2 milhões de MPEs até o fim do ano, segundo dados do Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). No mês em que completa seu quinto aniversário, o MEI  já contabiliza cerca de 4,1 milhões.

 Pesquisa do Sebrae aponta que aproximadamente 80 mil novas formalizações são feitas a cada mês em todo território nacional. Victor Mendes faz parte desse grupo. Ele se autodenomina um “estilista, artista e poeta” e viu no MEI a possibilidade de realizar o sonho de ter um negócio sem altos custos. Indo contra a imagem do jovem artista desconectado das necessidades mercadológicas, Mendes decidiu contar com uma estrutura básica para iniciar o trabalho e, há dois anos, realizou seu cadastro por meio do Portal do Empreendedor.

Estava tudo pronto para, junto com o sócio João Grando, começar a investir na marca de camisetas artesanais Camelbird – nome que conforme definição da própria marca significa “um camelo que voa; avestruz que enfia a cabeça no buraco – mas o buraco é no céu”. Porém, mesmo com a cabeça no céu, Mendes manteve os pés no chão e buscou estabilidade. “Como não tenho emprego fixo, o MEI me traz segurança para o futuro. Também precisava ter um Cadastro Nacional de Pessoa Jurícias (CNPJ) para ter credibilidade”, explica. 

Resultado do cuidado com a empresa é que a Camelbird já pensa em alçar voos mais altos. Mendes planeja abrir, ainda neste ano, um ateliê coletivo - espaço aberto a novos estilistas a fim de compartilhar experiências e vender seus produtos.

Formalização garante o cumprimento dos direitos trabalhistas


A figura jurídica do microempreendedor individual (MEI) foi instituída pela Lei Complementar nº 128/08, que alterou a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar nº 123/06). Essa medida passou a garantir condições especiais para que o trabalhador tivesse acesso aos direitos proporcionados pela formalização.

Antes do MEI, para legalizar um pequeno negócio, o empreendedor tinha que realizar uma verdadeira peregrinação por uma série de balcões em diversos órgãos públicos da União, dos estados e dos municípios. “Além disso, com a elevada burocracia, o pequeno negócio enfrentava um ônus tributário incompatível com seu porte”, lembra o ministro interino da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), Nelson Hervey.

Essas pessoas passaram a ter direito a benefícios previdenciários como salário-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria entre outros. Para ser um MEI, é necessário faturar no máximo até R$ 60 mil por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular. 

Os inscritos no programa fazem parte do Simples Nacional, programa de recolhimento simplificado de impostos. A diferença é que os microempreendedores pagam um valor fixo por mês, de R$ 37,20 (comércio ou indústria), R$ 41,20 (prestação de serviços) ou R$ 42,20 (comércio e serviços).

A criação dessa categoria trouxe maior integração social, já que o pequeno empresário passou a contar com registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e poder fazer compras à prazo. “Além de dar nota fiscal, essas pessoas passaram a participar de uma forma diferente da economia nacional”, destaca o contador e vice-presidente de relação com os profissionais do Conselho Regional de Contabilidade, Celso Luft.

Questões tributárias merecem atenção


Além da facilidade tributária, o microempreendedor individual tem garantido o direito ao atendimento gratuito em escritórios de contabilidade registrados no Simples Nacional. O contador Celso Luft adverte que esses estabelecimentos têm a responsabilidade de registrar de forma gratuita todos os MEIs que procurarem o serviço, dar orientação inicial e fazer a primeira declaração anual de forma gratuita.

O empresário individual também deve ficar atento ao prazo de apresentação da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica. “O MEI só vai conseguir os novos Documentos de Arrecadação do Simples Nacional (DAS MEI) do ano seguinte ao fazer  a declaração do ano anterior”, alerta.

Ao realizar o envio da DAS, a entrega do Imposto de Renda Pessoa Física passa a ser opcional. Essa categoria está dispensada de entregar a Dirpf, exceto nos casos em que passar da faixa máxima de renda anual.

A meta da Secretaria da Micro e Pequena Empresas  (SMPE) é desenvolver ainda mais o sistema de tratamento diferenciado e atrair cerca de um milhão de novos cadastros por ano no País. “Temos que promover uma efetiva desburocratização, visto que mais de 53% da mão de obra privada do País está nas micro e pequenas empresas. Temos que apoiar quem emprega tanta gente, não dificultar o caminho”, defende Nelson Hervey.

Para se inscrever, o microempreendedor interessado pode acessar o Portal do Empreendedor e clicar no campo Formalize-se, sem a necessidade de apresentar documentos. 

Categoria é porta de entrada ao mundo dos negócios


Para o ministro interino da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), Nelson Hervey, a formalização contribui para o crescimento dos negócios, aumento das vendas e melhores condições de compra. “Quase 80% dos MEIs citam motivos voltados aos benefícios que a formalização traz à sua empresa para o ingresso no programa”, pontua.
O proprietário do Ateliê do Tapete, Adair Oliveira, é um empreendedor nato que também viu nas facilidades do MEI a melhor maneira de desenvolver seu talento. Cadastrado como artesão junto à prefeitura de Porto Alegre, Oliveira entrou no ramo de confecção e venda de tapetes personalizados já formalizado e podia dar nota fiscal.

Contudo, notou que a emissão de uma nota manual e a falta de um CNPJ vinha dificultando o aumento no número de clientes. “Muitas empresas não querem uma nota manual, que pode ser comprada em qualquer lugar. O empreendedor que não cria seu MEI hoje é visto como desinformado”, alerta.

A partir da maior formalização, Oliveira, que já tinha formação em gestão financeira, passou a investir também no site da empresa e na divulgação da marca. O faturamento aumentou e Oliveira, que começou a demonstrar o tino para os negócios ainda menino, aos 12 anos, deve passar a micro empresário dentro de um ano. “O empreendedorismo está em alta. Quem tem postura, vontade e vai em busca de conhecimento sobre como fazer seu trabalho melhor dá certo”, garante.

Dados da Secretaria da Micro e Pequena Empresa estimam que, nos últimos cinco anos, 120 mil microempreendedores individuais viram o empreendimento crescer e se transformar em microempresa. Pesquisa do Sebrae aponta que 55% dos MEIs afirmaram que houve aumento do faturamento após a formalização e 94% recomendam correr em busca da abertura do MEI.

“O aumento do poder de compra das famílias, nos últimos anos, gerou uma importante base consumidora, formada hoje por mais de 100 milhões de pessoas, resultando na multiplicação das oportunidades de geração de novos negócios, em especial os pequenos”, diz Hervey. A perspectiva é de que 15 milhões de pessoas migrem para a classe C em 2014, o que reforça a visão de que o MEI também serviu de primeiro passo para o pequeno empreendedor iniciar o seu negócio.

O estado com maior número de microempreendedores cadastrados é São Paulo, com 1,04 milhão de trabalhadores cadastrados desde o início do modelo, seguido por Rio de Janeiro (493 mil), Minas Gerais (446 mil), Bahia (271 mil) e Rio Grande do Sul (241 mil). O número representa 30% do total de empresas gaúchas de todos os portes.

Estima-se que ainda existam, no Estado, 700 mil empreendedores atuando na informalidade. Mas, conforme dados do Sebrae, em 2014, já se formalizaram como MEIs no Rio Grande do Sul, um total de 30 mil profissionais que estavam na informalidade.

Abono Salarial 2014

O Abono Salarial é liberado anualmente aos trabalhadores cadastrados no PIS que cumpram os requisitos previstos em lei.

- Estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos; 
- Ter recebido de empregador contribuinte do PIS/PASEP (inscrito sob CNPJ), remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base que for considerado para a atribuição do benefício; 
- Ter exercido atividade remunerada, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração; 
- Ter seus dados informados pelo empregador corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do ano-base considerado.

O Abono equivale a um salário mínimo vigente e o pagamento é efetuado conforme calendário anual estabelecido pelo CODEFAT e divulgado pela CAIXA.

Pagamento do Abono Salarial

O pagamento do Abono Salarial pode ser realizado:
- Por meio de crédito em conta, quando o trabalhador possui conta individual na CAIXA, com saldo positivo e movimentação nos últimos meses. 
- Através do crédito na folha de pagamento, caso a empresa empregadora do trabalhador tenha celebrado convênio CAIXA PIS-Empresa. 
- Nos terminais de autoatendimento, Correspondente Caixa Aqui e Loterias, utilizando o Cartão do Cidadão com senha cadastrada. 
- Em agência da CAIXA, mediante apresentação do número do PIS e um dos documentos de identificação abaixo relacionados: 

          Carteira de identidade;
          Carteira de Habilitação (modelo novo), observado o prazo de validade, se houver; 
          Carteira Funcional reconhecida por Decreto;  
          Identidade Militar;  
          Carteira de Identidade de Estrangeiros; 
          Passaporte emitido no Brasil ou no Exterior; 
          CTPS.

Calendário para pagamentos do Abono Salarial e dos Rendimentos do PIS - Exercício 2014 / 2015
Nascidos emRecebem a partir de        Data Limite
Julho15 / 07 / 201430/06/2015
Agosto22 / 07 / 2014
Setembro31 / 07 / 2014
Outubro14 / 08 / 2014
Novembro21 / 08 / 2014
Dezembro28 / 08 / 2014
Janeiro16 / 09 / 2014
Fevereiro23 / 09 / 2014
Março30 / 09 / 2014
Abril14 / 10 / 2014
Maio21 / 10 / 2014
Junho31 / 10 / 2014

O crédito em conta será realizado da seguinte forma:

Nascidos em julho, agosto e setembro a partir de 15/07/2014.
Nascidos em outubro, novembro e dezembro a partir de 14/08/2014.
Nascidos em janeiro, fevereiro e março a partir de 16/09/2014.
Nascidos em abril, maio e junho a partir de 14/10/2014.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Inovação, Criatividade, Desenvolvimento de Novos Negócios, Design Thinking.


Programa Tendência e Mercado

Achiles Batista Ferreira Jr entrevista Marcelo Fernandes, CEO Zest Business Imagination.

Para assistir ao vídeo clic na figura acima ou no link abaixo:


Fonte: TV Uninter

Só 7 empresas podem ter ações isentas de IR

A lista de quatro critérios estabelecida pelo governo na Medida Provisória 651 para garantir isenção de Imposto de Renda para investimento de pessoas físicas em ações de pequenas empresas limita bastante o número de companhias já listadas que serão beneficiadas.


Fonte: Valor Econômico

Só 7 empresas podem ter ações isentas de IR
A lista de quatro critérios estabelecida pelo governo na Medida Provisória 651 para garantir isenção de Imposto de Renda para investimento de pessoas físicas em ações de pequenas empresas limita bastante o número de companhias já listadas que serão beneficiadas. De um total de 87 companhias com ações em bolsa que cumprem o requisito de faturamento anual abaixo de R$ 500 milhões identificadas em levantamento do Valor Data, apenas sete sobram quando são aplicadas todas as condições para a isenção.
São elas: CR2 Empreendimentos Imobiliários, General Shopping, HRT, Renar Maçãs, Brasilagro, Nutriplant e Senior Solution . A Tarpon também atende os critérios, mas emitiu inicialmente BDRs, o que pode gerar dúvidas, segundo o Valor apurou.
O investidor pessoa física que comprar ações dessas empresas a partir da publicação da MP, em 10 de julho, não pagará IR sobre ganho de capital caso venda esses papéis com lucro no futuro. Atualmente, as pessoas físicas já gozam de isenção de IR sobre ganho de capital para investimento em ações, de qualquer empresa, mas apenas quando a venda fica abaixo de R$ 20 mil por mês.
No caso das empresas enquadradas nos critérios da MP, que tem como objetivo incentivar pequenos negócios a usar o mercado de capitais para financiar seu crescimento, a isenção será total, em qualquer circunstância.
Nove empresas que estão abaixo do teto de faturamento estabelecido na MP 651 deixam de ser beneficiadas por terem valor de mercado acima de R$ 700 milhões, como são os casos das administradoras de shopping Iguatemi, Aliansce e Sonae Sierra.
Mas o principal critério que reduz o rol de empresas elegíveis é aquele que exige listagem em segmento especial de governança corporativa - como Novo Mercado ou Bovespa Mais -, o que tira da lista 60 empresas, das quais 13 sequer têm negócios com suas ações que permitiriam a aferição do valor de mercado.
Nesse grupo aparecem principalmente empresas que entraram na bolsa décadas atrás e que têm presença bastante reduzida no pregão. Em tese, se elas migrarem para o Novo Mercado ou Bovespa Mais, poderiam ter o benefício. Mas seria preciso checar em que condições elas chegaram ao mercado no passado. Isso porque quatro companhias - Bematech, Brasil Brokers, CSU e Unicasa - a princípio perdem o direito ao benefício porque, quando fizeram suas ofertas iniciais de ações, a parcela da emissão primária ficou abaixo de 67%, que é um dos critérios trazidos pela MP. No caso da Bematech, por exemplo, a fatia da oferta primária foi de 66,4% (numa conta simples).
Um dos artigos da MP prevê, porém, que a parcela mínima de 67% pode ser verificada também em oferta de ações subsequente realizada após sua publicação.
Restam ainda quatro companhias listadas no Bovespa Mais que potencialmente serão beneficiadas, mas apenas quando efetivamente venderem ações no mercado. São elas: Altus Sistemas de Automação, Desenvix Energias Renováveis, Nortec Química e Quality Software.
Para gozar do benefício, contudo, elas terão que atender o teto de valor de mercado e o percentual mínimo de oferta primária de 67% quando lançarem seus papéis.
Fonte: Matéria divulgada no site do IBPT  

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